Amor é que nem comida
Amor é
que nem comida: quanto mais quentinho, melhor; mas se esquentar demais também,
queima muito... e aí... ai!
Se não
tiver o amor que a gente quer em um determinado lugar ou em uma determinada
pessoa, o que a gente faz?!
Chorando,
sorrindo (ou de um jeito frio) vamos em frente não “procurando” propriamente,
mas seguindo a vida e tudo que ela nos oferece, embora as conquistas, as
expectativas, as surpresas sejam sempre inevitáveis, tanto quanto qualquer
outro fenômeno surpreendente do Universo.
Tanto o
amor quanto a comida devem estar sob a égide do nosso lado racional, senão a
gente está ferrado; porque não nascemos só para o “muito frio” ou “muito
quente” e, sim, para o que nos permitirá continuar a sequência inevitável de
ser.
Não é só
a língua que queima durante uma garfada de comida quente, a língua também
“queima” quando o beijo causa a erupção do que está acima de nosso lado humano.
“É preciso estar atento e forte / Não temos
tempo de temer a morte!” (Caetano Veloso)
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(21) 99682-8364
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