terça-feira, 18 de abril de 2017

Amor é que nem comida















Amor é que nem comida: quanto mais quentinho, melhor; mas se esquentar demais também, queima muito... e aí... ai!

Se não tiver o amor que a gente quer em um determinado lugar ou em uma determinada pessoa, o que a gente faz?!

Chorando, sorrindo (ou de um jeito frio) vamos em frente não “procurando” propriamente, mas seguindo a vida e tudo que ela nos oferece, embora as conquistas, as expectativas, as surpresas sejam sempre inevitáveis, tanto quanto qualquer outro fenômeno surpreendente do Universo.

Tanto o amor quanto a comida devem estar sob a égide do nosso lado racional, senão a gente está ferrado; porque não nascemos só para o “muito frio” ou “muito quente” e, sim, para o que nos permitirá continuar a sequência inevitável de ser.

Não é só a língua que queima durante uma garfada de comida quente, a língua também “queima” quando o beijo causa a erupção do que está acima de nosso lado humano.

É preciso estar atento e forte / Não temos tempo de temer a morte!” (Caetano Veloso)


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