Álbum de figurinhas
Quando a gente é pequeno e a vida menor ainda, tudo é muito grande, muito “adulto”, muito tudo.
Lembro
do meu álbum de figurinhas de jogadores de futebol.
Nossa, eu andava com ele
debaixo do braço como quem leva a própria sorte em vários rostos, em várias
expressões fotográficas de felicidade e alegria (oportunamente aqui nas
crônicas darei minha versão pessoal da diferença entre as duas).
Cresci.
O álbum se perdeu com a força criativa da minha infância, mas não perdi a mania
de colecionar “figuras”, algumas até que merecem o status de “carimbadas”... “figurinhas” difíceis...
As
pessoas que passam por nós merecem um lugar nas páginas que escrevemos ao longo de nossas vidas.
Muitas não foram difíceis de “colar” em nosso álbum; outras, mais difíceis de
conseguir apenas comprando na “banca de jornal” de qualquer dia.
Tem
também aquelas (talvez as mais difíceis ainda) que a gente só consegue jogando
um bafo-bafo imprevisível, onde às vezes não é o tamanho dos dedos das mãos
(carinho) e, sim, a força afetiva do movimento das mãos.
1) o
jogador de futebol das bases do OLARIA A.C. que nunca consegui ser (isto, 15
anos antes do Romário que, tal como eu, foi criado na Penha e jogou neste
tradicional clube do subúrbio do Rio de Janeiro);
2) a incógnita do futuro! Qual será a última figurinha que falta no meu álbum?
As
interjeições vão se transformando aos poucos em interrogações...
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ano 1 editora
ano 1 editora
45 anos de experiência
(21) 99682-8364
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