terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Sutis aparências










Caras... faces... semblantes... não são apenas uma questão de nomenclatura, porque há uma diferença, mesmo que sutil, entre as três formas de mostrarmos o que estamos sentindo em silêncio ou enquanto falamos.

Eu poderia me perder no tema central desta pequena crônica lembrando que os antigos egípcios chamavam os olhos de as janelas da alma; e eu complementaria dizendo que a nossa alma é a janela do mundo.

Mas...

Uma cara pode não ter olhos, bocas, etc. Pode ser a cara de uma cidade, de um momento, de uma lembrança. Uma face, até certo ponto, também, mas já dá uma ideia de que transcende apenas o aspecto físico de uma cara.

Face apega-se quase que exclusivamente ao ser humano, embora pode-se dizer por exemplo a face oculta da Lua, ao invés de lado oculto.

Através da face, expressam-se os cinco sentidos que nos permitem compreender o que ou quem está diante de nós e quais são suas intenções.

Se o leitor acredita em terceira visão... intuição... espiritualidade... aura, etc; ou apenas em uma ou duas dessas palavras, então sabe – em sã consciência – qual a definição para semblante.






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